terça-feira, 21 de outubro de 2014

Conhecer o projeto do seu candidato melhora o resultado do exercício democrático.

Por que motivo eu estufo o peito com tanto orgulho ao declarar o meu voto em Aécio Neves?  Certamente a primeira resposta que lhe acometeu foi a MUDANÇA, mas não é.

O eleitor que irá às urnas das seções eleitorais em todo país confirmar o 45 faz parte de um grupo de brasileiros que conheceu de perto o desespero de ver o poder de compra do seu salário ser engolido diariamente pela inflação, ou seja, por preços descontrolados, um fenômeno impulsionado por um Estado ineficaz que gastava mais do que arrecadava com impostos, e tentava equilibrar a conta emitindo moeda sem lastro com a produção econômica.

Os eleitores do Aécio sabem que FHC é o seu mentor, e sabem principalmente que esta sigla carrega a origem da estabilidade econômica adquirida com o plano real, o que possibilitou o verdadeiro Programa de Aceleração de Crescimento em nosso país. 

Os eleitores do Aécio sabem que os membros do seu partido foram os primeiros doutrinadores da redistribuição de renda, tanto a emergencial "daqueles que tem fome agora", quanto da transferência a longo prazo, onde os efeitos do crescimento econômico devem ser sentidos também com a conquista de um sistema de saúde e  de educação de qualidade e com boas oportunidades de trabalho, não apenas com um eterno prato de comida.

E você que não é eleitor do Aécio deveria saber que o BOLSA-FAMÍLIA, um dos principais argumentos do seu voto no 13, é a integração dos programas de transferência direta de renda como o bolsa-escola, o bolsa alimentação e o vale-gás criados por FHC com o propósito de dar segurança ao pai de família que procura um emprego ou profissionalização, e não apenas firmado num assistencialismo que perpetua o seu voto na legenda que apropriou-se dos benefícios pagos com os impostos recolhidos pelo Estado.

À essa altura, se você mudou de opinião e votar no 45, vai perceber que as alianças políticas e econômicas internacionais estarão baseadas em integrações e intercâmbios comerciais e diplomáticos rentáveis ao país, ao contrário dos pactos firmados sobre o saudosismo revolucionário socialista dos governos bolívares de países ditatoriais como Cuba, Venezuela e Bolívia.

Talvez, o eleitor do 45 veja escândalos de corrupção como o Mensalão e o Petrolão no governo tucano, mas certamente não verá o seu presidente venerando caciques criminosos presos, gabando-se dos feitos heroicos "criminosos" do passado, e invertendo os valores éticos na política, pois a corrupção nunca deverá ser o custo a ser suportado para se ter uma boa gestão.














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