segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Desejo para o Ano Novo: Aprender a Pensar!

Nada mais me intriga, ao mesmo tempo me evolui, do que observar e diferenciar o comportamento autêntico da mera reprodução das convenções sociais nas pessoas às quais convivo, e nesse sentido, nenhum terreno é mais adequado à pesquisa do que ver um conviva frente à uma situação adversa, sobretudo naquele limite que retira o homem comum da zona de conforto onde se acredita habitar, mas que via de regra acaba dimensionando o seu avanço pessoal, ou deflagrando um fracasso biográfico, que por determinismo, outros convivas são seduzidos à repetição.


Se você quer acesso irrestrito ao auto-conhecimento ou a revelação do que habita a intimidade moral do seu par romântico, rompa o seu relacionamento e as hipóteses imprevisíveis se tornarão fatos incontestáveis. Deixar alguns cheques serem devolvidos na sua conta corrente também oferecem uma boa dose de esclarecimento quanto ao que se escondia por trás do sorriso rasgado do seu gerente de contas exclusive. Tempestades e enchentes sempre serão reveladoras quando se forem: não siga o adágio, constate!

Apesar dos sociólogos insistirem o contrário, não habito ao confinamento das colônias de formigas; também não divido os atos da minha vida em papéis a serem negociados em bolsa de valores, portanto, não me conformo com o determinismo, nego a previsibilidade negativa, acredito sim, na eterna reviravolta, mesmo que nos 45 minutos do segundo tempo,  nessa vida não quero conhecer Murphy, e sempre vou abominar os argumentos pseudo-filosóficos místicos que fulminam a ação de previsibilidade objetiva.

Fugirei da sobra letárgica  do senso comum, os adágios estão mortos assim como a língua que lhes deu origem, mas rezo para não deixar de acreditar no amor que sinto e sentiram por mim, que Deus abençoe a minha contradição, Amém!











terça-feira, 18 de novembro de 2014

Vim, Vi e Menti.

Estamos impregnados pela mentira desde a concepção do feto: Quantas juras de amor eterno se dissiparam como nuvens após um resultado positivo de gravidez? Quantas crianças são içadas a órfãs paternas por suas mães ou vice-versa, com histórias embaladas nos seus ouvidos como se canções de ninar de formação ao repúdio familiar fossem? Quantas crianças possuem o pânico de dormir ou de serem abandonadas, porque os seus pais que não conseguem lhes dar limites, invetam figuras mitológicas aterrorizadoras para controlá-las numa zona de conforto sob o império do medo?


Apesar de educadores como Jean Piaget defenderem que grande parte do conhecimento e dos interesses que formaram a nossa personalidade, surgiram na interação do humano com o mundo dos sentidos, através do ato de brincar, atrevo-me a afirmar que os alicerces dessa interação são selecionados por adultos que vivem dentro de uma redoma persecutória de mentiras, um verdadeiro pega-pega, onde o custo emocional configurou uma legião de zumbis ansiosos e depressivos atrás de uma prescrição médica que alivie a dor de não encontrar a sua atuação na brincadeira de ser adulto.

Você responde que esta bem quando na verdade não está; retribui um bom dia com outro naquele momento em que gostaria de detonar uma granada no seu interlocutor, claro, a convenção social internalizou no hábito da sua mente como apropriado. Quantos orgasmos você não fingiu? quantos beijos de cinema você não encenou? quantos compromissos você assumiu e mal lembrou com quem? Muitos, e tudo por medo de ouvir o silêncio aterrorizante da revelação da verdade: "Somos desprovidos do talento para acreditar nos próprios atos da peça, que dirá criar uma cena satisfatória de alucinação coletiva".










quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Nossos Valores e Nossos Preços.

Não acredito que o mundo tenha vivido uma época sobre o total império da gentileza e da tolerância entre os homens, onde valores e preços eram conceitos distintos, vivemos hoje a era da impessoalidade nas relações humanas geradas a partir do avanço da tecnologia da comunicação, o que nos deixa cada vez mais distantes dessa utopia, nos tornando suscetíveis a encarar os nossos interlocutores como se máquinas fossem.


Sabemos que máquinas, aparelhos ou dispositivos são substituíveis com o simples descarte injustificável, e o humano foi incluído nessa agenda da sociedade de consumo num processo lento, mas já consolidado, nossos desejos e interesses com a democratização da informação e do acesso às novas tecnologias, convergem para necessidades que nos foram impostas e passaram a integrar nossos projetos, gerando uma série de frustrações quando não as atingimos.  

Atividades corriqueiras como ir a um show com os amigos ou a um restaurante com a namorada, tornaram-se secundárias e geraram um vazio de sentimentos, um verdadeiro mal-estar, pois onde antes havia a celebração e o compartilhamento das emoções reais com os pares humanos e presentes, hoje encontramos a edição das imagens e dos sentimentos para se tornarem postáveis nas redes sociais, puro exibicionismo digital para quem não esta nem ai conosco, mas isso afaga mais a nossa auto-estima do que reverenciar uma memória na intimidade dos antigos álbuns de fotografias.

Formamos opinião sobre qualquer assunto irrelevante, atacamos a todos com a arrogância do pseudo anonimato da internet, não investigamos as causas fundamentais, nossas preocupações assim como nossas ações são imediatistas, e imediato torna-se o descarte da verborragia digital que produzimos, não inovamos nenhum cenário, apenas reproduzimos o comportamento de consumo que sustenta o paradigma econômico atual, e de quebra militamos intolerância e preconceito tentando confortar as nossas mazelas humanas individualistas.












terça-feira, 4 de novembro de 2014

À Espera de Um Milagre.

O mês de outubro de 2014 foi marcado por um embate eleitoral nunca antes visto na história democrática recente do nosso país, onde a polarização da campanha entre o PT e o PSDB foi marcada pela agressividade na desconstrução dos currículos públicos entre os candidatos, e pelo inflamado apelo da militância apaixonada nas redes sociais, ambos com um discurso estrategicamente desvinculado da realidade dos números oficiais, e com o revestimento da cortina do marketing político. 

Finda a eleição, até os mais esquizofrênicos militantes serão obrigados a enfrentar as consequências dos números oficiais divulgados pelo governo quase que simultaneamente, e rezar por um milagre que recupere as contas públicas e a credibilidade do mercado com dados econômicos reais, pois a encenação do ciclo de crescimento promovida pela campanha tinha validade condicionada a confirmação do seu voto na urna eletrônica. 




Com mais um mandato confirmado para Dilma e o PT, a Petrobras anunciou em 31 de outubro um aumento de 4% para a gasolina e 8% para o diesel, assim como a ANEEL autorizou a Light a reajustar a fatura da luz em 19,23% para os consumidores do Rio de Janeiro, e 54% para a região norte. No mesmo período, o Banco Central anunciou o aumento real na taxa de juros Selic para 0,25%, o que é referencial para o mercado, e o Tesouro Nacional divulgou um deficit nas contas públicas de R$ 20,39 bilhões, isto é, mesmo com a maior carga tributária entre as economias emergentes, o governo ainda gasta mais do que arrecada, sendo o maior saldo negativo desde a implantação do Plano Real.

O desespero toma proporções catastróficas quando o IBGE divulga os números que confirmam a desaceleração  da indústria, o grande celeiro de empregos e recolhimentos de impostos, no acumulado dos últimos 9 meses, em comparação com o mesmo período de 2013, tivemos uma retração de -2,9%, o que ajuda entender o pior resultado da balança comercial desde 1998, isto é, o deficit entre o que foi exportado e importado esta na ordem de R$ 1,17 bilhões para setembro de 2014. 

Inegavelmente a má gestão do dinheiro público, o alto custo dos programas de inclusão social e de redistribuição de renda, assim como o financiamento da deficitária previdência social, corroborada com a evasão dos recursos mal empregados em obras de infraestrutura, e por fim o desvio da corrupção acabaram por concretizar o cenário atual, cuja fatura será paga pelos eleitores da Dilma e do Aécio, mas principalmente pelos 21% que se abstiveram de votar, e indiretamente confirmaram o paradigma de gestão pública implantado no Brasil nos últimos 12 anos.





segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A Reforma política e o golpe do PT.

Dentre todas as fraudes institucionalizadas na Constituição Federal de 1988, nenhuma atingiu tão em cheio um número tão grande de brasileiros, quanto o engodo do Artigo 14, parágrafo 1°, inciso I da Carta Magna. Claramente, eu e mais de 51 milhões de brasileiros descobrimos ontem que o voto nunca foi OBRIGATÓRIO, pois nossos legisladores constituintes pintaram um paradigma para diferenciá-los politicamente da ditadura, mas, posteriormente, não inovaram a legislação eleitoral para cumprir o preceito da obrigatoriedade, e claro, graças a isso, a espertalhona da Dilma foi eleita mais uma vez.


De acordo com o levantamento do Tribunal Superior Eleitoral, cerca de 21% dos eleitores cadastrados e aptos a votar não compareceram às seções eleitorais de todo o país em 26 de outubro. Em tempo, a maioria dos analistas políticos, bem como os juízes eleitorais passaram a articular que a abstenção nesse percentual tão alto era um claro recado de desejo de mudança e inconformismo com a ordem política vigente

Não senhores!, ao contrário, estamos diante da oportunidade do legislador omisso emendar a constituição e acabar com a obrigatoriedade do voto, pois sabemos que as penalidades para quem descumpre o exercício democrático do sufrágio não são muito animadoras para se abandonar o sossego do lar e enfrentar os escombros das escolas públicas onde se escodem a maioria das seções eleitorais do Brasil.

Me desculpem os articulistas que não militam pela quebra do paradigma político endêmico que contaminou nosso sistema democrático, mas o único recado que consigo enxergar na abstenção é a postura catatônica e parasitaria de uma parcela da população que não recua, pois no cenário da disputa polarizada entre os dois grupos políticos (PT e PSDB) acerca de 5 eleições seguidas, essa parcela não voltará a votar mesmo, acabou-se a paixão pela política dos discursos mornos e engrupidores, e assim, tal postura passou a ser totalmente favorável a quem esta no comando, no caso o PT a cinco mandatos.

E agora a nossa mandatária, em seu primeiro discurso quer trabalhar pela reforma política, aliás, nos forçar a trabalhar por ela, pois em sua proposta pretende reformar a Constituição Federal pela iniciativa do resultado de uma consulta popular através de um plebiscito ou referendo, nos mesmos moldes que levaram Hugo Chaves e seus asseclas à ditadura constitucional vitalícia, onde a cada dia, um novo golpe fulmina a democracia raquítica da República Bolívar.

Se você faz parte do percentual de 21% daqueles que se absteram do voto, vai se tocar do seu erro em breve, e se não quiser em suas mãos um exemplar rasgado da Constituição Federal, assim como todas as garantias ali estabelecidas sufocadas, evite o golpe plebiscitário a que seremos submetidos em 2015, informe-se, fiscalize e principalmente milite pelo fortalecimento da articulação da oposição, que será a nossa última esperança de evitar uma estátua do Lula beijando a Dilma à frente dos prédios públicos brasileiros.





  

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Não VEJA, leia.

O resultado da eleição de 26 de outubro de 2014, ao que me parece, já esta certo, e a mancha vermelha da tragédia não estará restrita à bandeira petista que será empunhada por Dilma e pelo PT no domingo à noite. Através dos números do processo eleitoral do TSE não restará mais dúvida: o nosso país é constituído por mais de 50% da sua população transitando entre os desonestos e os apáticos desinformados.



Os detratores de VEJA irão me linchar com argumentos da cartilha dos militantes socialistas recém doutrinados, dizendo que a publicação é tendenciosa aos tucanos, e que publica toda a sorte de inverdades por ser elitista e possuir interesses econômicos alinhados com o Aécio.

Na verdade, os revolucionários petistas imitam a ditadura de 1964, ambos abominam a imprensa e o seu dever constitucional de informar sem restrições, pois sabem que a manifestação do pensamento através da notícia põe a prova a validade das suas cartilhas doutrinadoras, gerando a instabilidade social que irá derrubá-los através do voto ou de uma nova revolução, portanto, vamos amordaçar a imprensa e influenciar as demais liberdades.

Idos 30 anos do fim da ditadura, a democracia ofereceu à sociedade uma geração enraizada nos pilares da liberdade de imprensa e de expressão, mas eticamente suscetível a aliar-se a corrupção e a infindáveis ilegalidades com a gestão do dinheiro público, pois se assim não o fosse, a cor da bandeira a ser agitada domingo a noite seria outra, por tais razões insisto: nessas eleições, iremos revelar pra nós mesmos, que possuímos os mesmo valores de quem elegemos. 










quarta-feira, 22 de outubro de 2014

O movimento #vemprarua de julho de 2013 é mais folclórico que o Carnaval.

Se as manifestações pacíficas de abril a julho de 2013, assim como as invasões e as depredações dos bens públicos no mesmo período não eram por conta dos "20 centavos", com certeza foram por uma #selfie bacana postada nas redes sociais, o que acabou se tornando a única herança do movimento, pois se fosse por ética e mudança política, os resultados das urnas de 2014 não seriam diferentes? 



O brasileiro não deve se surpreender quando a imprensa internacional noticia que somos um país folclórico movido o ano inteiro pela espera do Carnaval, enquanto isso acompanhamos os campeonatos de Futebol pela tv na companhia de uma latinha de Cerveja. 

Sim, devemos assumir que os fatores que mantem a ordem e a fidelidade ao governo são os mesmos de dois milênios atrás, quando a população romana era escravizada pela política do pão e circo dos imperadores perversos, mesmo quando acotovelavam-se em meio a miséria endêmica da periferia.

A política do pão e circo é o mecanismo de mordaça da população enterrada em miséria, mas a convivência entre elas é terminal, o que vale dizer, que inevitavelmente num dado momento o terreno torna-se fértil para uma explosão de movimentos sociais que dissiparão o paradigma vigente, às vezes o substituindo por um modelo ainda pior. 

Melhor então mesmo, que o movimento "vem pra rua" fosse incluído no calendário festivo folclórico nacional, não fosse claro, a devastadora velocidade com que se dispersam a maioria dos modismos comportamentais criados pelas inúmeras redes sociais, que ainda não agregam a comunhão de ideias gestacionadas pela web.








terça-feira, 21 de outubro de 2014

Conhecer o projeto do seu candidato melhora o resultado do exercício democrático.

Por que motivo eu estufo o peito com tanto orgulho ao declarar o meu voto em Aécio Neves?  Certamente a primeira resposta que lhe acometeu foi a MUDANÇA, mas não é.

O eleitor que irá às urnas das seções eleitorais em todo país confirmar o 45 faz parte de um grupo de brasileiros que conheceu de perto o desespero de ver o poder de compra do seu salário ser engolido diariamente pela inflação, ou seja, por preços descontrolados, um fenômeno impulsionado por um Estado ineficaz que gastava mais do que arrecadava com impostos, e tentava equilibrar a conta emitindo moeda sem lastro com a produção econômica.

Os eleitores do Aécio sabem que FHC é o seu mentor, e sabem principalmente que esta sigla carrega a origem da estabilidade econômica adquirida com o plano real, o que possibilitou o verdadeiro Programa de Aceleração de Crescimento em nosso país. 

Os eleitores do Aécio sabem que os membros do seu partido foram os primeiros doutrinadores da redistribuição de renda, tanto a emergencial "daqueles que tem fome agora", quanto da transferência a longo prazo, onde os efeitos do crescimento econômico devem ser sentidos também com a conquista de um sistema de saúde e  de educação de qualidade e com boas oportunidades de trabalho, não apenas com um eterno prato de comida.

E você que não é eleitor do Aécio deveria saber que o BOLSA-FAMÍLIA, um dos principais argumentos do seu voto no 13, é a integração dos programas de transferência direta de renda como o bolsa-escola, o bolsa alimentação e o vale-gás criados por FHC com o propósito de dar segurança ao pai de família que procura um emprego ou profissionalização, e não apenas firmado num assistencialismo que perpetua o seu voto na legenda que apropriou-se dos benefícios pagos com os impostos recolhidos pelo Estado.

À essa altura, se você mudou de opinião e votar no 45, vai perceber que as alianças políticas e econômicas internacionais estarão baseadas em integrações e intercâmbios comerciais e diplomáticos rentáveis ao país, ao contrário dos pactos firmados sobre o saudosismo revolucionário socialista dos governos bolívares de países ditatoriais como Cuba, Venezuela e Bolívia.

Talvez, o eleitor do 45 veja escândalos de corrupção como o Mensalão e o Petrolão no governo tucano, mas certamente não verá o seu presidente venerando caciques criminosos presos, gabando-se dos feitos heroicos "criminosos" do passado, e invertendo os valores éticos na política, pois a corrupção nunca deverá ser o custo a ser suportado para se ter uma boa gestão.














sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Eu sei em quem você votará no dia 26 de outubro.


Eu sei que você votará na Dilma e sente vergonha disso.
Assuma!!! no dia 26 de outubro você irá dirigir-se à zona eleitoral, entrar pálido na cabine de votação, vai olhar para trás e ver se ninguém esta filmando, e dessa forma confirmará o 13, logo após, sairá de lá tão aliviado quanto um motorista infrator sai de uma blitz policial sem ser pego.

É de se esperar que o eleitor da Dilma seja tão apático e astuto quanto ela é, mas apesar disso você sente vergonha de declarar o seu voto porque sabe que ela representa o partido que montou o maior esquema de desvio de dinheiro público da história política recente do Brasil para comprar o voto dos parlamentares "aliados", e você alivia a sua consciência com a filosofia malufista do "rouba mais faz".

Você mentirá que votou no Aécio porque sente vergonha em saber que os principais gestores públicos das estatais mercantilizaram os contratos públicos sujeitos a licitação, e o saldo desse leilão, um verdadeiro produto de crime, nos transforma em receptadores ao endossar a Dilma com mais quatro anos de gestão.

Mas a vergonha para você é mais tolerável, pois os programas sociais do governo estufam a sua barriga com ovo frito, e os subsídios governamentais ajudaram você a conquistar uma casa e um automóvel, e mesmo sujeitando o seu filho a um dos sistemas de educação, de saúde e de segurança mais precários do mundo, você acha que esta fazendo a sua parte mantendo, mesmo que às escuras, a Dilma no poder, pois o seu filho terá casa, carro e comida bancados pelo seu voto.

Não sinta vergonha, assuma! Afinal de contas quem nunca furou um sinal vermelho? Quem nunca encontrou uma carteira jogada à rua e retirou o dinheiro e a devolveu a sorte da via pública? Quem nunca estacionou numa vaga de deficientes sem o ser? E quem nunca ofereceu uma nota de R$ 100,00 a um policial para tentar livrar-se de uma multa? Você tem no sangue a lógica do seu partido e sabe disso.

Um conselho, mesmo saindo com vergonha da seção de votação, mais vermelho do que a bandeira petista, naquele momento em que as pessoas começarem a encará-lo como se soubessem que você votou DILMA, aprenda a lição dada por ela ontem no debate do SBT: grite antes o nome Aécio, na sequência finja uma queda de pressão, pois a saída a francesa, até ela sabe que não dá mais certo.

Status: Num relacionamento sério com o celular.


Ei você! Eu odeio os celulares, sim, odeio! 
Vá lá! Concordo que o ódio é um sentimento pesado, que elimina quase todas as minhas outras virtudes, e com isso passei a ser visto apenas como um pecador irado, mas a verdade é que antes vivi percorrendo o caminho da inveja contra aquele dispositivo, e quando descobri que os SEUS olhos jamais me afagariam com tanta contemplação, e que era visto na  fria perspectiva da figura editada pelo seu display, joguei a toalha! passei a editar o meu mundo também, e aproveitar da zona de conforto de se relacionar com uma máquina, mas não me engano: Eu odeio celulares!